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Real life.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Vida real é diferente de viver de passado
amigos, memórias, fotos, músicas, lembranças...
Acontece no hoje, no agora e nela se projeta o futuro
viagens, relações, profissões, encontros, datas...
Tem cheiro, tem gosto, tem tato
lugares, comidas, pele, perfumes...
Planos, vontades, sonhos...
...abraços!
Minha Ana, dodói.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O pior de ver criança doente não é bem o "sofrimento" que ela passa. A ciência já provou que crianças quase não sentem "dor" como adultos sentem.
O que realmente incomoda e dói na gente são os olhinhos sem brilho, o corpinho deitado, a voz que fica tão baixinha, os lábios que ficam sequinhos... o que incomoda é a falta de apetite mesmo com suas comidas preferidas, as mãozinhas quentinhas que em nada lembram as mãozinhas ávidas por tocar em todas as coisas que não deveriam... o rosado intenso proveniente da febre, o tom dengoso e a falta da correria de costume, é o sorrisinho "compreensivo" que lançam quando chegamos pertinho, como se as crianças fôssemos nós...
O que mais me dói, no caso de minha Ana, é a mentalidade que, vez por outra, se revela precoce além da conta:
- Ana, que noite longa essa, hein!?
[Olhar compreensivo, mãozinhas no meu rosto, vozinha sincera]:
- é mamãe, eu não deixei você dormir né?
Passou o sono, o cansaço, e tudo mais: estou pronta pra ser enfermeira de um plantão de mais de 24h, novamente.... rs.
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Deixa estar.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Não acredito em destino, apenas em escolhas.
Não acredito que quem ama controla, portanto meu Deus me deixa livre pra escolher.
Não acredito que "no fim tudo dá certo", porque isso é extremamente relativo.
Não acredito em sorte, acredito em "trabalho".
Não acredito em "oportunidades únicas". Isso é muito melodramático.
Não acredito em "pra sempre", porque isso muda com o tempo. De uma forma ou de outra.
Não acredito em casamento por afinidades. Isso é contrato.
Não acredito em "amor à primeira vista". Acredito em construção de sentimento.
Não acredito em "se for pra ser será" a não ser no viver um dia de cada vez, sendo a vida como um brinquedo de montar.
Não acredito em "sonhos impossíveis", "estrelas inalcançáveis", ou "viver com a cabeça nas nuvens". Isso é papo de quem não luta.
Não acredito em "falta de oportunidades". Isso é acomodação.
Não acredito em amor que não seja "contos de fadas". Quando a gente vive, todo amor é.
Não acredito em sentimentos "disciplinados". Ou eles existem e 'devastam' tudo, ou não existem.
E, embora eu não acredite em destino, acredito que "o que for pra ser, vigora", no sentido que um "de repente continuado" muda toda uma vida. Um encontro, uma música, um perfume, um almoço, um telefonema, um fim, um começo, um olhar, um abraço, um beijo, um sorriso, um filho, uma viagem, um segredo, uma chance...
"Deixa estar, o que for pra ser, vigora".
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em P & B
quarta-feira, 6 de julho de 2011
"Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão." [Confúcio]Sem querer sair da cama.
Sem conseguir sair da cama.
Querendo / precisando estar quieta.
O inverno adoece[me].
Saudades imensas... do sol
do calor.
das cores.
[Ser] inverno cansa.
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Intensamente.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Intensidade. Esse é o meu problema.
Intensidade. Essa é minha vida.
Vou sorrir a alegria de uma conquista, a piada boba que eu ouvir, a ansiedade de escolher a cor do algodão doce, a festa que a família faz quando se encontra nas férias, a satisfação de comprar coisas inúteis, o encantamento de quem comigo se encanta, as descobertas infantis de minha Ana, as bobagens que eu mesma fizer.
Vou sofrer as decepções amorosas, os "jogos" entre seres humanos, a chateação de um dia que me desagrada, a inconsequência de quem brinca com gente, os fins de relacionamentos que nem meus são..rs.
"Cuidado com a insensibilidade. Não permita que decepções amorosas te tornem incapaz de amar novamente. É melhor o sofrer que a indiferença." [@lucaslujan]
Sem casquinha, sem escudo, sem proteção. Comigo é "pele" mesmo, é sentir, é sensibilidade, é sentimento. Eu encaro. Seja felicidade, sofrimento ou qualquer um desses que nascem aqui dentro de mim, permanentes ou passageiros. Vivo intensamente qualquer um dos dois.
É assim que eu sou. É assim que eu gosto. É assim que vai ser.
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Angustiante e paradoxalmente delicioso.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Toda mudança requer esforço e gera desconforto.
Eu escreveria: toda mudança gera estresse, definindo 'estresse' como: soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores) e que permitem ao indivíduo superar determinadas exigências do meio-ambiente e o desgaste físico e mental causado por esse processo [Wikipedia].
É tudo aquilo que me tira de minha 'zona de conforto' e me empurra a dar um passo à frente, um passo que, normalmente, não tenho disposição espontânea para dar. A "inércia sentimental" [desvinculando "sentimental" como sendo unicamente "amor" e/ou "paixão", claro] é por vezes muito maior e determinante dessa nossa mania de sentir sempre da mesma forma.
O emprego muda, e a gente sente falta do anterior, por mais que não gostássemos tanto assim. Entramos e saímos de férias, e nos perdemos de saudades e vontades que ficaram. Até mesmo o tempo que muda, se chove lá fora, e precisamos nos adaptar rapidamente: estresse.
Mudamos de cidade, de bairro, de caminho, de amigos, de igreja, de horários, de vida... e é bom. Mudar é bom. O estresse é que não é tão bom assim. Levo tempo para adaptar-me, não sinto vontade, quero continuar ali, segurando um pouco mais aquilo que já não é mais.
Talvez esse estresse [momentâneo] seja aqueles curtos intervalos de tempo em que nos encontramos nostálgicos / tristes / agoniados / angustiados / pensativos mas que, logo em seguida, já "superamos". Estresse natural.
Angustiante e paradoxalmente delicioso! Cada superação humana frente a situações estressantes é absolutamente incrível. Observo e acho incrível, vivo e acho encantador.
"Estresso-me": mudo de tons, de tato, de cores, de pele, de sorrisos, de olhares...
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E você, é livre?
sábado, 2 de julho de 2011
Poucas coisas são mais absurdamente "perigosas" que o direito à liberdade. Ele é capaz de dizer exatamente o tipo de vida [ou 'subvida'] que você vai viver.
Liberdade de pensar, sentir, escolher, decidir.
Talvez por isso o ser humano aceite [e até procure] de forma tão simples as "regras" que lhe são impostas. A gente tem medo de ser livre. Medo de ir contra quem diz "não", medo de consequências que [sim] virão, medo da sociedade, da frustração, da dor. A gente deixa de amar por ter medo de sofrer. Deixa de dizer por ter medo de sentir. Deixa de correr riscos, por ter medo do fracasso.
Medos que acabam por tolher nossa capacidade de viver por completo. São pequenas prisões, grilhões, gaiolas que não nos deixam alçar vôos pra algum lugar que seja um pouco mais distante...
As rotas têm que ser sempre as mesmas, a paisagem a mais conhecida, os perfumes só os do ninho. Só que é impossível viver uma vida inteira tentando acertar... há derrotas mais valiosas que vitórias. Somos livres para errar, também.
O "perigo" da liberdade é exatamente esse: sentimos medo de estarmos "soltos" e nos protegemos. E quanto mais me protejo da liberdade, menos erro... e menos vivo... menos sinto... mas menos me arrisco.
Escondo-me então atrás dos 'avisos', das 'bondosas' pessoas que pensam em mim e 'me amam' [embora não me deixem ser livre], atrás dos "conselhos", e aqui vou citar o texto do Filtro Solar:
Tenha cuidado com as pessoas que lhe dão conselhos, mas seja paciente com elas. Conselho é uma forma de nostalgia. Dar conselho é uma forma de resgatar o passado da lata de lixo, limpá-lo, esconder as partes feias, e reciclá-lo por um preço maior do que realmente vale.
Mas o medo é mais forte. As regras precisam ser seguidas... eu não posso errar!
A liberdade não tem qualquer valor se não inclui a liberdade de errar.(Mahatam Gandhi)
Vou deixar esse texto sem finalização. Preciso aprender mais da liberdade. E encontrar uma maneira libertar-me dessas pequenas grandes prisões...
"O homem nasceu livre, e em todos os lugares ele está acorrentado." (Jean-Jacques Rousseau)
Não quero [e nem posso] perder minha juventude inteira em "cativeiros de alma". Não quero...... preciso libertar-me de meu medo, de minha ansiedade, de minhas expectativas... preciso libertar-me, principalmente, de mim mesma.
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Enquanto espero.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer.
Clarice Lispector.
Em silêncio.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
E se eu me calo, não significa que não esteja doendo ou que eu "entenda".
Escolhi apenas não manifestar meu desagrado.
É quando a raiva vem em cascatas... e procuro respirar fundo. Logo depois vem a ansiedade. E depois o orgulho impera. Soberano. Absoluto. Intocável.
[ou seria maturidade?...]
Estou em silêncio. Temporário, admito. Só até a oportunidade perfeita aparecer.
Quando isso acontecer, as palavras estarão alinhadamente conectadas, em perfeitas combinações expressivas.
Não, não quero deixar nada sem explicação. Só por isso.
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Admitindo.
sábado, 25 de junho de 2011
Estou em uma fase mais sertaneja que nunca...rs.
E tá sendo meio "eterna" demais. Ligo o som, ouço de tudo, mas aguardo ansiosamente aquela pasta, com as benditas sertanejas. Enquanto não as ouço, não tá tudo certo.
Sim, foi um gosto aprendido com o ex-namorado e desenvolvido ao decorrer do namoro. Hoje em dia tenho tornado ainda mais "apurado". Deixei que isso se tornasse parte de mim quando percebi que é possível gostar de sertanejo e ouvir música de qualidade ao mesmo tempo..rs. E se for 'brega', não importa. Gosto de descansar a mente em menos 'intelecto', em bobagens, em pouca 'cultura' às vezes. Pq ser 'cult' all the time cansa a beleza de qualquer um, além de ser deveras chato aguentar gente assim. Descobri isso há algum tempo, também. Não quero que ninguém se aborreça de mim como me aborreço de outros. Quero continuar rindo e tendo gostos e pensamentos simples, sempre. Isso não anula meu gosto pelos 'top's' da música, claro. Só abre um parêntesis pra versatilidade... gosto disso.
Não vejo relação com meu momento, uma vez que estou em uma tranquila fase solteira, pela primeira vez..rs. Ou talvez tenha tudo a ver... enchendo a vida de "mamão com açúcar" pra substituir a falta "paixão", neh?..rs. Enfim... E enquanto escrevo esse "blablabla", escuto Não Precisa - Paula Fernandes e Victor e Léo. Lindinha! =)
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Visitas.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Convivência é coisa que me mata.
Deliciosa qdo nos traz crescimento, pode também ser amarga e indigesta. Piora quando é "por um longo tempo limitado": uma "visita" que não deixa de ser "visita". É quando, embora seja presença constante e diária, não é exatamente alguém com quem se possa ter liberdade de discutir as melhores formas pra se conviver. Diferente da visita que vem pra ficar e, por mais que tenha uma diferente história de vida, adapta-se da melhor forma aos que o cercam... Com visitas assim, viveria minha vida inteira!!! Porém, algumas são complicadas...
Sendo um pouco mais clara, como diz vovó: "visita é como peixe, depois de um tempo começa a feder"..rs.
E sou extremamente tranquila... mas tem coisas bem pequenas que, se não fosse o fato de que "não vale à pena se indispor com quem 'logo' vai embora", eu discutiria fácil, clamando por mudanças.
É difícil...
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Twitter. (@AliceReis)
sábado, 18 de junho de 2011
AliceReis ♡ ♥
*falsidade: é ser um "ator do mal" e representar; se passar por "inocente" qdo na verdade vc é "culpado".
AliceReis ♡ ♥
*ingratidão: é fechar os olhos pra tudo de bom que alguém te fez/faz e enxergar só aquilo que deixou de te fazer.
AliceReis ♡ ♥
*saudade: é quando a gente sente que falta algo, e dói, e a gente quer muito de volta pra podermos 'respirar' novamente.
AliceReis ♡ ♥
*medo: é quando a gente sente um frio na barriga com aquilo que "pode não dar certo" e que pode doer.
AliceReis ♡ ♥
*sinceridade: é "despejar" tudo de uma vez... por vezes com filtro, outras vezes sem.
AliceReis ♡ ♥
*namorado: é aquele com quem vc quer estar, pq gosta de estar e quer estar o tempo todo até que ele vire marido.
AliceReis ♡ ♥
*ansiedade: é "eu não vejo a hora!" [essa definição é de #AnaBeatriz, adotei pra minha lista..rs.]
há 16 horas
AliceReis ♡ ♥
*importância: é olhar com olhos especiais para algo especial e dedicar algum tempo e/ou atenção a isso.
AliceReis ♡ ♥
*decisão: é quando vc diz "sim" ou "não" dentro de você.
AliceReis ♡ ♥
*esperança: é quando "apesar de", vc acredita.
AliceReis ♡ ♥
*decepção: é esperar que o outro não erre, como eu erro.
AliceReis ♡ ♥
*frustração: é quando a gente espera demais por algo inteiro e acontece pela metade, ou não acontece.
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Bla bla bla.
- abrindo um parêntesis da vida para um breve momento de desabafo absolutamente desnecessário:
Sabe o que acho absurdamente inútil? Esse não-sei-quê de "jogo" que os seres humanos inventam [e jogam] entre si o tempo inteiro. Joguinhos de meias verdades, mentiras que satisfazem, gentilezas fingidas e com finalidade exclusiva de uma causa passageira.
Difícil mesmo encontrar pessoas realmente sinceras, que falam o que pensam e gostem de verdades em "moldura clara e simples".
Mas, mais difícil ainda sou eu, que não funciono sob essas condições. Não sei ser metade: "meio" feliz, "meio" triste, "meio" envolvida, "meio" nada!
Ou as coisas são, ou não são. É frescura demais?!
Pelamor, ando revoltada. Ninguém sabe se resolver, nem resolver os relacionamentos [e pára com esse negócio de entender "relacionamento" unicamente como envolvimento amoroso], ninguém sabe desenvolver uma conversa minimamente descente. Dizer que "ama" é perigoso; que "sente muito" é fraqueza; que se "está arrependido" é mal resolvido; que "dói" é moleza; que "sente saudades" é viver no passado.
Como se vive então? Camuflando tudo, jogando o tempo inteiro, envelhecendo sem realmente conhecer as pessoas, sem produzir processos de vida... só de escolhas superficiais, palavras sem fundamento, beijos sem entrega, abraços sem sentimentos, felicidade momentânea e de tudo o que for nobre sendo transformado em algo sem importância para que o outro não saiba o real efeito que produz em mim.
Quanta cretinice.
Quanta pobreza de alma.
Que vidinha mais medíocre e clichê que escolhemos viver. Mas pelo menos preservamos nosso verdadeiro "eu"... uau! Isso é que é vida... ¬¬
- fechando parêntesis.
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Serenidade.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
O mundo dá tantas voltas que nem dá pra gente ficar o tempo todo se surpreendendo com todos acontecimentos que consideramos "inacreditáveis".
Aconteceu? É real? Então que seja assim... sem alvoroço, ok!?
Auê demais é coisa que tem que desaparecer com o tempo.
Serenidade é o caminho.
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Especialista.
Em aprovação de processos seletivos...rs. Pq não consigo ser especialista em aprovação de concurso público?
rs.
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Balão.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Um balão gigante, desses que voam no céu com pessoas dentro, sabe!?
Queria voar num desses. Queria agora!
Não é só querer... é um precisar. Precisando muito enxergar tudo bem pequenininho lá em baixo, percebendo como é ampla a visão e como os olhos alcançam dimensões tão maiores que esse emaranhado de concreto, relacionamentos, vozes, correrias, assuntos, assuntos, assuntos...
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